Urologia / Urina com cheiro forte

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A urina apresenta odor causado pela presença da substância ureia. Assim sendo, quanto maior a concentração de ureia, mais forte o cheiro da urina. Geralmente quando a urina está mal cheirosa e com a cor bem forte, indica que está mal diluída.

Para que a urina volte a ficar saudável, é ideal que o paciente ingira de 2 a 3 litros de água por dia. Aumentando a ingestão de líquidos a urina volta a ficar bem diluída, diminuindo o cheiro forte e voltando à cor ideal (quase transparente).

Além disso, dessa forma o paciente evita que o sintoma se transforme em outras doenças, como por exemplo, cálculos renais.

Atente-se. Urina com cheiro forte pode ser
sintoma de Cálculo Renal.


O cálculo renal é uma formação sólida composta por minerais que surgem dentro dos rins. O cálculo se forma quando a quantidade de água na urina não é suficiente para dissolver todos os sais, fazendo com que eles retornem à forma sólida nas vias urinárias, aglomerando-se e formando com o passar do tempo o cálculo renal – também chamado de pedra nos rins.

Os sintomas de Cálculo Renal podem variar. Os pacientes muitas vezes têm crises de vômitos, febre, dor para urinar e sangue na urina. Porém, o mais comum deles é a cólica renal.

Aguda, forte e intensa, a cólica renal atinge a região das costas e abdômen. A dor começa subitamente e atinge intensidade em mais ou menos 1 hora, permanecendo forte durante em média 4 horas. Após esse período a dor alivia espontaneamente, até desaparecer.

Existem diversos fatores de risco que favorecem o desenvolvimento do Cálculo Renal, são eles:

• Ser do sexo masculino Homens são mais suscetíveis aos cálculos renais do que mulheres

• Histórico familiar Se alguém da sua família já teve cálculo renal, as chances de você desenvolver a doença é maior.

• Ter mais de 40 anos Adultos acima dos 40 anos podem desenvolver a doença com maior facilidade.

• Não beber a quantidade de água indicada diariamente Isso aumenta os riscos de desenvolver pedras nos rins.

• Dietas ricas em proteína, sódio (sal) ou açúcar
O sal em excesso aumenta a quantidade de cálcio que os rins devem filtrar, levando a um risco maior do surgimento de cálculos renais.

• Obesidade Pessoas com obesidade também possuem maior risco de apresentar pedras nos rins.

• Doenças do trato digestivo Como, por exemplo, inflamação gastrointestinal e diarreia crônica, pois causam mudanças no processo de digestão e afetam diretamente a absorção de cálcio e água.

O diagnóstico da doença se dá através de diferentes exames. O exame de sangue deve revelar a quantidade de cálcio e ácido úrico no sangue, o de urina mostrará se o paciente está excretando uma quantidade maior de substâncias que podem estar relacionadas à formação de pedras no rim por meio da urina, e os de imagem, como raios-X e ultrassons, exibem as pedras dentro do trato urinário.

Já o tratamento ideal da doença precisa ser definido entre médico e paciente, após o resultado de todos os exames que revelarão o tipo e tamanho em que se encontram os cálculos renais. Os métodos mais utilizados são:

Litotripsia extracorpórea
Através de ondas de choque eletrohidráulicas, esse tratamento consiste na criação de fortes vibrações que quebram as pedras e facilitam a excreção.

Traqueostomia percutânea
Trata-se da retirada cirúrgica das pedras através de um pequeno corte feito nas costas do paciente.

Ureteroscopia
O médico insere um tubo fino por meio da uretra do paciente a fim de retirar as pedras presentes no trato urinário.

Por mais que os tratamentos estejam avançados graças à tecnologia, ressaltamos sempre a importância da prevenção. Para evitar a formação de cálculos beba de 2 a 3 litros d’água por dia, alimente-se de forma saudável e balanceada e reduza a quantidade de sal e proteína das refeições.

Fonte

MD Saúde

Minha Vida


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