Urologia / Perda de urina

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A Perda Urinária atinge cerca de 10 milhões de brasileiros de diferentes idades, porém com maior incidência em pessoas da terceira idade. A doença pode levar a constrangimentos e afetar na vida social dos pacientes.

Esse constrangimento é gerado devido ao fato de que, dependendo do grau da doença, fica impossível controlar a saída da urina ao espirrar, tossir, rir ou fazer qualquer outro tipo de esforço físico.

A Perda Urinária ou Incontinência pode ser classificada de diferentes formas, de acordo suas características. As diagnosticadas com maior frequência são:

Incontinência repentina

Pode ser causada por infecção na bexiga, consumo excessivo de bebidas alcoólicas ou muita cafeína, vaginite ou efeitos colaterais de medicamentos.

Incontinência persistente

Persistente ou crônica, esse tipo de Incontinência pode ser resultado de alterações no cérebro, na bexiga ou na uretra, mais frequente em mulheres na menopausa.

Incontinência de urgência

A Incontinência de urgência é causada principalmente pela Síndrome da Bexiga Hiperativa. Caracterizada por um desejo de urinar absolutamente incontrolável, a Perda de Urina acontece até mesmo quando há uma pequena quantidade de urina na bexiga.

Incontinência urinária por transbordamento

Esse tipo ocorre quando a bexiga permanece sempre cheia ou quando não se esvazia por completo, gerando vazamentos ou gotejamentos. Os pacientes diagnosticados com esse tipo de Incontinência costumam se esforçar ao urinar e sentem uma sensação de que a bexiga não está vazia.

Existem alguns fatores de risco que agravam a incidência da Perda Urinária, tais como obesidade, diabetes, ser do sexo feminino e estar na meia idade. Além disso, também podemos considerar distúrbios neurológicos, como esclerose múltipla, AVC, doença de Parkinson, tumor cerebral ou alguma lesão da coluna vertebral como doenças que levam à Incontinência.

Muitas pessoas não se sentem a vontade para buscar ajuda médica, mas isso é de suma importância, principalmente se a condição já está afetando sua qualidade de vida. Para se preparar para a consulta médica, vale a pena listar algumas questões importantes que podem fazer muita diferença no momento do diagnóstico. Por exemplo:

Você notou sangue na urina?

- Quando os sintomas começaram?

- São sintomas contínuos ou ocasionais?

- Quantas vezes é necessário urinar ao dia?

- Com que frequência há vazamento de urina?

Além de uma série de perguntas como as listadas acima, o médico precisa do resultado de diferentes exames para chegar a um diagnóstico preciso. Dentre eles os mais comuns são o de urina, diário da bexiga e medição residual pós-miccional. Dependendo do resultado desses exames pode ser necessária a realização de outros mais específicos: cistografia, cistoscopia ou Ultra-sonografia abdominal e pélvica.

Após a realização dos exames o médico poderá decidir junto ao paciente qual o tratamento ideal, podendo até mesclar dois diferentes métodos. Dentre os mais receitados estão:

- Cirurgia;

- Medicamentos;

- Estimulação elétrica;

- Terapias de intervenção;

- Tratamento comportamental;

- Cinesioterapia do assoalho pélvico.


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